Nota de Esclarecimento

Antes dos esclarecimentos, vale ressaltar que, na sanha de permanecerem com os seus propósitos na desconstrução da Entidade, os dirigentes MANOEL RONALDO DANTAS, JOSÉ DA CUNHA NETO, JOSÉ MESSIAS GOMES, ELBENA DE SOUZA NÓBREGA, IVAN DA SILVA, MARIA JANEIDE BEZERRA DA SILVA E JAILTON BARBOSA DE LIMA, não respeitaram a DEMOCRACIA INTERNA e entraram com uma Ação Judicial enganosa no intuito de confundir o Judiciário.

O Conselho de Gestão do SINSENAT é composto por 43 dirigentes, dos quais 21 são liberados de acordo com os critérios definidos pelo Conselho. No início do atual mandato, o Conselho se reuniu e deliberou sobre quem ficaria à disposição da Entidade. Também foi deliberado pelo Conselho que uma avaliação sobre a manutenção ou não das liberações seria feita periodicamente.

Na data de 01 de dezembro de 2015, em plena reunião do Conselho, Ronaldo Dantas se dirigiu a Coordenadora Soraya Godeiro em um flagrante de Machismo onde expressou em pé, de dedo riste com tom agressivo e ameaçador: “fique caladinha aí”. Diante de inúmeros flagrantes de assédios, calúnias, difamações, injúrias, dentre outras condutas antissindicais, bem como evitar atos de violência e discriminação contra a Mulher, o Conselho deliberou pela não continuidade em regime de disponibilidade destes diretores junto ao SINSENAT, devolvendo-os às suas rotinas junto aos seus pares, onde poderão ser melhor avaliados na conduta sindical.

Ressalta-se que a deliberação do Conselho levou em conta o fato de os citados diretores terem criado no SINSENAT um “AMBIENTE DE GUERRA”, dificultando a convivência com os mesmos, chegando a fragilizar a saúde psíquica dos demais diretores, os quais já estavam evitando estar no SINSENAT. Os atos desconstrutivos, antissindicais, já estavam sendo praticados há mais de seis meses.

A tática de fragilização de dirigentes e da luta onde uma Greve Unificada foi deflagrada, a TORTURA EMOCIONAL, as ameaças e, as injúrias, já foram registradas em Boletins de Ocorrência policial.

Ao Conselho de Gestão, diante de tal situação, para preservar a saúde física e emocional dos demais dirigentes da Entidade, não restou outra alternativa senão deliberar sobre o retorno dos dirigentes agressores às suas rotinas laborais, onde poderão ser melhor avaliados nas atuações sindicais pelos seus pares.

Isso não significa, em momento algum, perda do CARGO SINDICAL PARA O QUAL FORAM ELEITOS. Os citados dirigentes foram eleitos democraticamente e, somente uma decisão da categoria, ou por nova eleição, podem perder a condição de Representante Sindical.

Na tentativa de CONFUNDIR O JUDICIÁRIO, esses dirigentes entraram com um PEDIDO LIMINAR na justiça INTENTANDO retornarem a disponibilidade sindical, continuando o AMBIENTE DE GUERRA. Como se fosse possível, tentam induzir o JUÍZO a erro, em especial quando afirmam que o SINSENAT está usurpando seus cargos sindicais eleitos democraticamente.

Conforme explicado anteriormente, não existe a PERDA DO CARGO SINDICAL, mas, tão somente a deliberação do Conselho de Gestão pela não continuidade da disponibilidade sindical dos citados junto ao SINSENAT.

Dentre os motivos já expostos, lembramos que esses dirigentes tiveram todas as condições necessárias para o pleno exercício da sua atividade sindical, foram contemplados com liberação remunerada também pela Entidade; ocuparam cargos relevantes na Direção e na representação em Conselhos; participaram de Congressos, Seminários, Fóruns, Capacitação e Formação, tudo com as despesas por conta do SINSENAT.

NÃO EXISTE PERSEGUIÇÃO.

O Direito de Resposta era devido ao SINSENAT, e, foi usado para esclarecer, após contínuas agressões PÚBLICAS, o que de fato estava acontecendo, infelizmente, no SINSENAT. Estranhamos o pedido de DIREITO DE RESPOSTA por parte dos opositores, porém, para demonstrar a prática democrática que temos, publicamos a Nota no seio comunicacional do SINSENAT.

Sabemos que os opositores, apesar de se dizerem “DEMOCRÁTICOS”, dificilmente terão a mesma conduta, ou seja, disseminar nossa NOTA DE REPÚDIO em todas as redes sociais onde propagaram a calúnia, a difamação e as INJÚRIAS.

NÃO VAMOS CEDER, CONTINUAREMOS FIRMES NA LUTA PELOS DIREITOS DOS SERVIDORES MUNICIPAIS E NA DEFESA DO SINSENAT, POIS, UM PATRIMÔNIO QUE NASCEU DAS CINZAS DE UM PASSADO SOMBRIO DE DÍVIDAS, CHEGOU A UM PATRIMÔNIO DE MILHÕES, NÃO PODE CORRER O RISCO DE SER DILAPIDADO POR VAIDADES E INTERESSES OUTROS.

SOMOS DE LUTA!!!

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