Direito de Resposta

Os verdadeiros democratas não são aqueles histéricos que exigem isto e reivindicam aquilo, que dizem que precisamos de não sei quê e que vamos todos morrer estúpidos se não fizermos não sei que mais. São os que vivem e deixam viver. São os que respeitam as opiniões, as excentricidades e as manias dos outros, sem ceder à tentação de os desconvencer à força. (Miguel Esteves Cardoso)

 

O SINSENAT, neste ato representado pela maioria absoluta de seus diretores, vem externar publicamente sua indignação pelos fatos recentes, os quais não nos restam dúvidas de que possuem interesses obscuros por parte daqueles que vêm praticando agressões e acusações levianas a entidade e a pessoa de SORAYA GODEIRO MASSUD.

Quando da publicação da NOTA DE REPÚDIO por parte do SINSENAT, fazendo uso legal do direito de resposta em caráter de urgência, a parte adversária (MANOEL RONALDO DANTAS, JOSÉ DA CUNHA NETO, JOSÉ MESSIAS GOMES, ELBENA DE SOUZA NÓBREGA, IVAN DA SILVA, MARIA JANEIDE BEZERRA DA SILVA E JAILTON BARBOSA DE LIMA), de forma surpreendente enviou aos diretores do SINSENAT nota intitulada de: DIREITO DE RESPOSTA.

Cabe esclarecer que o Direito de resposta já fora exercido pelo SINSENAT e pela COORDENADORA SORAYA GODEIRO MASSUD, pois, o SINSENAT no dia da CONSCIÊNCIA NEGRA, quando realizava evento institucional alusivo a CONSCIÊNCIA NEGRA, com a presença de palestrantes convidados, AUDITÓRIO LOTADO, teve intervenção indevida e oportunista por parte destes diretores, os quais passaram a tecer acusações levianas e injuriosas, afirmando que o SINSENAT através de sua Assessoria de Comunicação e a COORDENADORA SORAYA GODEIRO MASSUD, estavam PRATICANDO RACISMO contra o Coordenador Ivan da Silva.

Após gravarem a premeditada intervenção, de forma irresponsável e inconsequente, passaram a veicular o lastimável vídeo COM TEOR LEVIANO DE RACISMO nos mais diversos meios de comunicação virtual. CITADO VÍDEO TEM SERVIDO ATÉ MESMO DE PRONUNCIAMENTO OPOSICIONISTA E INVEJOSO POR PARTE DO VEREADOR LUCENA NA CÂMARA MUNICIPAL DE NATAL, TENTANDO TÃO SOMENTE DESGASTAR A IMAGEM DO SINSENAT E DA COORDENADORA SORAYA GODEIRO MASSUD.

Fora registrado no mesmo dia BOLETIM DE OCORRÊNCIA em desfavor dos citados diretores.

Apesar dos fatos já sabidos e das agressões e máculas sofridas diariamente, o SINSENAT por acreditar na JUSTIÇA e na DEMOCRACIA, resolve publicar novamente a NOTA DE REPÚDIO e, desta feita publicar o que fora chamado indevidamente de “DIREITO DE RESPOSTA”, ressalte-se que no final da carta oposicionista está escrito: VAMOS À LUTA, VAMOS A VITÓRIA. Percebe-se que já iniciaram a campanha para a próxima eleição do SINSENAT.

Aproveitamos o ensejo para convocar mais uma vez a categoria a se somar conosco em defesa do SINSENAT, do fortalecimento das LUTAS e da GREVE.fcsdfsdfsf

SOMOS DE LUTA!


Carta recebida com solicitação de postagem:

Certos de que a verdade há de prevalecer, que as injustiças precisam ser combatidas, que um sindicato é formado de muitas pessoas e pensamentos que devem se pautar no respeito, na legalidade e na defesa da democracia nos propomos a responder e esclarecer inicialmente que a nota de repúdio veiculada no blog do SINSENAT no dia 24/11/2015 como de repúdio “à ação nefasta de um pequeno grupo de dirigentes” não é fruto de decisão da direção, não foi assinada, e resulta de uma reunião particular, onde foi oferecido um almoço para alguns diretores da entidade na ultima segunda-feira 23.11.2015 em um restaurante bem conceituado situado em Morro Branco/Natal.

Há mais de dois meses não temos reunião de direção no Sinsenat. O Estatuto da entidade (discutido em congresso e aprovado pelos filiados) é o documento que rege as ações da direção e da base do sindicato e nele está previsto em seu art. 5º, VI que compete à Secretaria de Organização elaborar a agenda das reuniões do SINSENAT, bem como expedir convocação e edital. Dessa forma, vimos por meio desta comunicação esclarecer e denunciar que não houve convocação alguma do Conselho de Gestão da Entidade para deliberação sobre nota de repúdio, fato este que nos remete a fazer a seguinte indagação aos senhores e senhoras filiados e filiadas ao SINSENAT: como acreditar nas intenções e conduta de quem toma decisões e deliberações em reuniões às escondidas e em total desrespeito ao Estatuto da entidade sindical?

E esse desrespeito ao estatuto da entidade e aos interesses dos filiados e filiadas não para por aí. No seu art. 8º, III, o estatuto diz que as campanhas publicitárias devem ser definidas pelo Conselho de Gestão (em reunião) e depois desenvolvidas pela Diretoria de Comunicação. Ora se sequer houve convocação de reunião, está evidente que o Conselho não se reuniu, desta feita qual a autoridade que pode ser vislumbrada em uma reunião ocorrida em um ambiente hostil às dependências da entidade em que um pequeno número de seus 43 Diretores participou?

Em assim sendo, poderemos concluir que quem age dessa forma não está preocupado as questões demandadas pelos servidores, mas apenas com seus próprios interesses e vaidades pessoais, estando pouco ou de nenhuma forma interessada nas questões pertinentes aos trabalhadores e trabalhadoras.

Que zelo pelo patrimônio e por uma administração transparente tem uma pessoa que rasga uma solicitação legal de inclusão de pauta para a discussão e deliberação em reunião do Conselho de Gestão só porque estavam presentes pontos que certamente não lhes agradavam?

Só para conhecimento dos que compõem a base e demais Diretores do SINSENAT que por acaso não saibam, em reunião do Conselho de Gestão da entidade realizada no dia 03 de agosto deste ano, em conformidade do que prevê o art. 38 do Estatuto, foi solicitada a inclusão dos seguintes pontos de pauta:

 Discussão do Projeto de Lei de criação de Cargos Comissionados no NATALPREV e de possíveis mudanças na Lei Complementar nº 063/2005,

 Explicações de quem autorizou, sem a devida anuência do Conselho de Gestão, a retirada de documentos das dependências do SINSENAT (Área de Lazer).

 Auditoria Contábil nas contas do SINSENAT do período de 2008 a 2015,

 Perícia Técnica na construção da Área de Lazer em Mangabeira/Macaíba,

 Perícia Técnica na construção do prédio sede,

 Uso do patrimônio da entidade,

 Finanças,

 Carreiras Técnicas,

 Área de lazer.

 Ponto eletrônico para controle da carga horária de funcionários e diretores para a concessão das gratificações previstas no art. 38, XI do Estatuto.

Então os diretores que demonstram a disposição e a necessidade de discutir questões tão abrangentes e necessárias para uma boa administração e transparência na condução da entidade sindical podem ser acusados de não ter zelo pelo patrimônio da entidade?

A referida pauta foi pensada para que não restassem dúvidas sobre a idoneidade de nenhum dos componentes da direção. Pois não podemos ser irresponsáveis e sair atentando contra a honestidade de quem quer que seja. Mesmo assim ouvimos alguns comentários pejorativos sobre a proposição, por exemplo: “de boas intenções o inferno está cheio”.

O que aconteceu no dia 19 de novembro, durante o Cine Sinsenat sobre A consciência Negra foi à tentativa de denunciar uma prática arbitrária que aconteceu no dia anterior durante uma reunião com os servidores da SEMUT, para discutir estratégias para a discussão de uma minuta de projeto de lei tratando de Carreiras Técnicas. Durante esta reunião, a diretora Maria Janeide, a pedido do também diretor Manoel Ronaldo Dantas, que solicitou que a mesma tirasse fotos com sua máquina pessoal, foi interrompida pela Coordenadora Soraya Godeiro Massud dizendo: “não permito que seja tirada fotos em que esteja eu o Coordenador Ivan da Silva“. Inclusive no decorrer de seu protesto disse: “não quero minha imagem ligada a essa coisa aí”.

Quem em seu bom senso não se prontificaria a discutir um fato tão reprovável ocorrido numa entidade sindical? Acredito que vocês servidores e servidoras não se furtariam a discutir e intervir ao presenciar tamanho descaso por seu semelhante de qualquer gênero, seja ela ou ele negro (a), branco (a), amarelo (a), pardo (a), índio (a), cigano (a), etc.

Foi o que fez o diretor Manoel Ronaldo Dantas (que não dormiu da quarta para a quintafeira) ao pedir para fazer o registro de que a Assessoria de Comunicação do SINSENAT, que é paga com os recursos dos filiados, e cumpriu as ordens e os desejos da Coordenadora, publicando apenas quatro fotos da mesma no blog da entidade sem a presença de Ivan da Silva que também é um dos coordenadores eleitos da entidade e vem sofrendo um boicote brutal, com propagações de inúmeras calúnias. O diretor Ronaldo Dantas declarou que apenas ia solicitar da Diretoria de Comunicação que publicasse na mesma reportagem quatro fotos do Coordenador Ivan da Silva com os demais participantes. O registro foi interrompido e frustrado de forma arbitrária e em total desrespeito ao direito de expressão contidos na Constituição Federal de 1988, bem como aos presentes a tão importante ato comemorativo. A atitude da Coordenadora foi plenamente reprovada.

No entanto, não satisfeita com seu ato, a citada Coordenadora classificou o direito de expressão e de defesa frustrado como sendo combinado e criminoso, o que não corresponde à verdade. A iniciativa foi pessoal frente à indignação causada na véspera.

Crimes comete quem sistematicamente desrespeita o Estatuto da entidade e tenta passar por cima de qualquer norma, fazendo julgamentos apressados e sem fundamentos.

A indignação foi mais uma vez expressada tanto pelos presentes quanto por centenas de sindicalistas e servidores que viram um vídeo publicado nas redes sociais. No vídeo se ver e ouve de onde partiram mais uma vez as agressões e quem é o verdadeiro agressor não só de homens, mas de mulheres e de qualquer um que não concorde com seus desígnios. Revelando comportamento antidemocrático e agressivo diante de manifestações que o desagrade.

Desta feita, não é difícil perceber e questionar determinadas acusações como as imputadas aos diretores Manoel Ronaldo Dantas, Elbena Nóbrega de Souza, Maria Janeide, José da Cunha Neto, ao Coordenador Ivan da Silva e aos demais diretores da entidade sindical citados, ou não, na denominada Nota de Repúdio veiculada desde a madrugada da quartafeira no blog do SINSENAT e nas redes sociais, na tentativa desesperada de provocar os diretores que defendem uma direção que cumpra fielmente as determinações contidas no Estatuto da entidade sindical a qual pertencem e defendem com extremo zelo em nome dos filiados.

Quanto à afirmação de fatos que colocam dúvidas sobre a reputação de diretores e diretoras, novamente vamos sugerir que sejam colocados em pauta os pontos acima citados como necessários e urgentes na próxima reunião do Conselho de Gestão.

Queremos esclarecer para todos que a Coordenadora Soraya Godeiro é Ré no Processo nº 0812252-71.2015.8.20.5004, que tramita no 8º Juizado Especial Cível Central de Natal. Que a mesma terá que provar as denúncias proferidas contra o Coordenador Ivan Silva.

As muitas divergências que assolam a entidade sindical são frutos da maneira autoritária como o sindicato é administrado. Decisões arbitrárias da coordenadora, que acabam gerando conflitos aos que discordam e não são respeitados como diretores, membros de um colegiado que legalmente foi posto para discutir e definir.

Há mais de três meses, sem discussão na direção, a tesouraria foi retirada do sindicato revelando que o expediente do Tesoureiro não está sendo cumprido na entidade sindical, portanto sem o devido controle do Conselho de Gestão. A liberação define que todos os liberados devem cumprir o expediente de seis horas diárias nas dependências da entidade sindical e não em casa. O sindicato é composto de uma diretoria financeira formada por cinco membros, que devido às decisões unilaterais está sendo impedida de atuar.

Nesse diapasão, não queremos discutir só a volta da tesouraria para as dependências da entidade sindical, mas que toda a Diretoria de Administração e Finanças reassuma suas funções e frustre aqueles que estão usurpando suas competências. Competências estas elencadas no art. 5º do Estatuto.

Ademais, as explicações e outros comentários da referida Nota de Repúdio ditos sem fundo de verdade, nos faz pensar em um ditado que diz: “tudo que você diz de mim, na realidade está em você”. Como se o inconsciente estivesse falando, gritando! No entanto tal nota não consegue toldar nossas esperanças, produz apenas a assertiva de que não existe ninguém insubstituível e que na natureza nada se cria, apenas se transforma. Portanto, perguntamos aos senhores e senhoras, será que alguém acredita que há alguma entidade tão superior que tenha a pretensão de se colocar acima da lei e de Deus?

VAMOS À LUTA, VAMOS À VITÓRIA!

Manoel Ronaldo Dantas Maria Janeide Bezerra da Silva Ivan da Silva Jailton Barbosa da Silva José da Cunha Neto Elbena Nóbrega de Souza


DECISÃO DO CONSELHO DE GESTÃO

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O CONSELHO DE GESTÃO DO SINSENAT, em reunião realizada no dia 01/12/2015, decidiu pelo retorno às suas Secretarias dos seguintes dirigentes:

MANOEL RONALDO DANTAS, JOSÉ DA CUNHA NETO, JOSÉ MESSIAS GOMES, ELBENA DE SOUZA NÓBREGA, IVAN DA SILVA, MARIA JANEIDE BEZERRA DA SILVA E JAILTON BARBOSA DA SILVA.

JUSTIFICATIVA:

Apesar dos dirigentes acima citados terem tido, por parte da Entidade, todas as condições necessárias para o pleno exercício da sua atividade sindical, sendo contemplados com liberação, cargos relevantes na Direção, representação em Conselhos, participação em Congressos, Seminários, Fóruns, Capacitação e Formação e remuneração paga pelo Sindicato com base no Estatuto do Sinsenat, em sua maioria, têm atuado de forma intimidadora e destrutiva na qual promovem no cotidiano do SINSENAT e no seio da categoria a DISCÓRDIA; a SEGREGAÇÃO; o ASSÉDIO; o CONSTRANGIMENTO, a CALÚNIA; a DIFAMAÇÃO; AMEAÇAS; e, a INJÚRIA em relação aos seus pares, que foram objetos de BOLETINS DE OCORRÊNCIA e expostos na CARTA DE REPÚDIO ratificada na reunião.

Atitudes extremas e imaturas apostando na dissolvição da memória histórica não devem prevalecer. Se tal conduta não for combatida de forma enérgica, estaremos alimentando o presente contínuo.

A construção das liberdades políticas custou alto preço. A luta social e política de resistência à truculência militar nos libertaram do estertor da “Nova República” e da nova prepotência liberal.

Neste diapasão, o CONSELHO DE GESTÃO, no intuito de evitar o retrocesso democrático, bem como, evitar a distorção dos objetivos maiores do SINSENAT, ou seja, a defesa dos interesses dos servidores, conforme relatado inicialmente, RESOLVEU devolver às suas Secretarias os dirigentes já mencionados, pois, não se trata de um simples conflito de minoria insatisfeita, mas, de constante desconstrução por parte destes diretores que, se não for tomada providências enérgicas, poderão trazer prejuízos irreversíveis a Entidade. Não podemos permitir e/ou aceitar retrocesso!

Mais informações na Nota de Repúdio.

 

NOTA DE REPÚDIO

 O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Natal – SINSENAT, neste ato representado pela maioria absoluta de seus diretores, vem a público formalizar veemente repúdio à ação nefasta de um pequeno grupo de dirigentes, os quais tentam, por todos os meios, dividir a estrutura sindical no âmbito interno. Tal postura favorece tão somente ao governo e atende as vaidades pessoais e interesses da oposição, que historicamente tenta desconstruir a luta dos servidores.

Infelizmente, quando se tem zelo pelo patrimônio sindical, surgem interesses contrários. Tais questões, até então, estavam mantidas exclusivamente entre a Direção do SINSENAT. Mas, lamentavelmente, estão sendo expostas de maneira deturpada, com clara intenção de denegrir a imagem de uma das suas principais lideranças e assim fragilizar a luta dos servidores municipais no momento em que uma Greve é decretada de forma unificada, com a participação de vários sindicatos.

A partir de 2014, a gestão do SINSENAT passou a ser feita por uma Coordenação de três membros: Soraya Godeiro Massud, José Roberto Linhares e Ivan da Silva. Soraya ficou com a tarefa de dar encaminhamentos às lutas gerais, José às lutas específicas e Ivan às administrativas e financeiras.

No mesmo período, todos que compõem o grupo referido anteriormente foram contemplados com liberação para Entidade Sindical, possibilitando assim que se dedicassem a construção e o fortalecimento da organização da categoria.

No primeiro semestre de 2015 foram detectados, por vários Diretores, indícios de irregularidades nos processos de contratações de serviços feitos pelo Coordenador Ivan da Silva. No mês de maio, o mesmo entrou na sala da Coordenação, acompanhado por um prestador de serviço, para pressionar Soraya Godeiro a assinar um cheque de pagamento para um serviço mal executado, ao que esta se negou. Ivan, então, saiu aos gritos, em direção à Tesouraria, ameaçando-a e dizendo: “ela olha tudo, assim não dá”.

Momentos após, no carro da Entidade, Ivan da Silva ainda disse: “a minha vontade era de dar um bofete em Soraya”, configurando-se aí intenção da agressão à mulher, tipificada no Código Penal. A partir de então, por proteção à sua integridade física e emocional, a Coordenadora evita estar próximo ao agressor.

Outros problemas foram evidenciados na tesouraria, onde Janeide Bezerra e Elbena Nóbrega constituem a Diretoria de Finanças, inviabilizando seu funcionamento, tornando o ambiente inviável para proteção e guarda de documentos, culminando, inclusive, com o desaparecimento de um cheque em branco – foi registrado Boletim de Ocorrência. A sala da tesouraria foi utilizada até para comemoração de aniversários seletivos, causando constrangimento aos demais dirigentes não convidados.

Todos esses fatos foram apresentados em reunião de Direção e estão devidamente comprovados através de documentos juntados em processo judicial que tramita no 8º JUIZADO ESPECIAL CÍVEL CENTRAL DE NATAL/RN.

Possivelmente, com receio do resultado desfavorável no processo, foi desencadeada uma campanha brutal de prática de tortura emocional, assédio moral, calúnia e difamação pelo Coordenador Ivan da Silva, juntamente com aqueles que, infelizmente, se tornaram seus aliados na DESCONSTRUÇÃO da essência sindical, em especial da LUTA iniciada desde o início do ano pelo CUMPRIMENTO DA DATABASE, IMPLANTAÇÃO DAS CARREIRAS, NENHUM DIREITO A MENOS E CONCURSO PÚBLICO.

 Recentemente, no 19/11, em uma atividade da Escola de Formação alusiva ao Dia da Consciência Negra, com o auditório lotado e a presença dos movimentos sociais que atuam em defesa da Igualdade Racial, a Coordenadora Soraya Godeiro foi acusada de RACISMO e proibição da assessoria de comunicação para fazer postagens com a presença deles. Na verdade, basta observar as imagens publicadas nas redes sociais, no blog do SINSENAT e no material impresso da Entidade para comprovar o quanto é falsa a afirmação. São apenas factoides produzidos e premeditados para desviar o foco do que está sendo apurado nas suas condutas.

Quem conhece a dirigente sindical Soraya Godeiro, parceira e apoiadora, há décadas, do movimento pela IGUALDADE RACIAL, que tem sua única filha com um NEGRO, pode sentir o quanto pretendem criminalizar sua postura firme de gestora na preservação do patrimônio dos servidores. Patrimônio este que custou mais de dez anos de muito trabalho e dedicação.

No dia anterior, 18/11, mesmo sabendo da posição de não ter sua imagem ao lado do AGRESSOR Ivan da Silva, a Diretora Janeide Bezerra tirou uma foto de Soraya Godeiro com o seu algoz, em reunião sobre a Carreira dos servidores da SEMUT. Foi quando Soraya Godeiro solicitou RESPEITO e pediu para que a foto fosse deletada da máquina do Diretor Ronaldo Dantas. Não é questão de COR. Nesse caso o agressor é um negro, mas poderia não ser e seria tratado da mesma forma.

Assim, o que ocorreu no dia 19/11 indica PREMEDITAÇÃO de um ATO CRIMINOSO, quando o Diretor Ronaldo Dantas solicitou a palavra sem a conclusão das falas da mesa, sob o argumento de que precisava sair para uma reunião na SEMUT. A palavra lhe foi concedida e o que aconteceu em seguida foi o início de uma execração pública, fascista, machista em relação à Coordenadora Soraya Godeiro.

Em respeito aos servidores presentes, representados pelo SINSENAT e SINDAS, bem como aos convidados que até então não tinham o conhecimento dos fatos, não restou outra alternativa a não ser o encerramento e suspensão da atividade.

Em decorrência desse fato, na tarde do dia 19/11, a Coordenadora Soraya Godeiro, juntamente com outros diretores, registrou Boletim de Ocorrência contra o Coordenador Ivan da Silva e os seguintes diretores: Ronaldo Dantas, Janeide Bezerra, Jota Neto e Elbena Nóbrega. Outras providências serão tomadas.

Se não bastasse toda afronta e constrangimentos já causados pelas pessoas apontadas, as Diretoras Janeide Bezerra e Elbena Nóbrega, ambas liberadas para a construção da luta sindical, estão disseminando cotidianamente inverdades nas redes sociais. A última delas foi abordar servidores na sala da Direção do SINSENAT informando que: “Soraya Godeiro colheu assinaturas de servidores numa folha em branco para levar a Delegacia”. Na verdade, Soraya Godeiro atendendo aos servidores na audiência da Câmara Municipal, lhes entregou folha no intuito de que estes registrassem presença para o abono das faltas.

A atitude antissindical e irresponsável de uma minoria merece resposta enérgica. A democracia é a defesa incondicional do exercício da liberdade sindical, especialmente neste momento histórico em que os sindicatos atuam de forma unificada.

Os lamentáveis atos praticados configuram-se em atos de discriminação à líder sindical e atos de Ingerência, expressões utilizadas pela Convenção Internacional 98 da OIT, ratificada pelo Brasil, os quais podem ser objeto de representação ao Ministério Público do Trabalho.

Sabe-se que não será a primeira, tampouco a última vez que um sindicato sério irá passar por crises semelhantes. Por estas e outras razões, o SINSENAT reafirma a sua posição contrária a qualquer movimento e/ou ação que venha a desconstruir a luta pela DATABASE, ao mesmo tempo em que conclama a categoria a se somar conosco em defesa do SINSENAT, do fortalecimento das LUTAS e da GREVE.

Categorias: Notícias do Sinsenat

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