Conselho de Gestão do Sinsenat

O CONSELHO DE GESTÃO DO SINSENAT, em reunião realizada no dia 01/12/2015, decidiu pelo retorno às suas Secretarias dos seguintes dirigentes:

MANOEL RONALDO DANTAS, JOSÉ DA CUNHA NETO, JOSÉ MESSIAS GOMES, ELBENA DE SOUZA NÓBREGA, IVAN DA SILVA, MARIA JANEIDE BEZERRA DA SILVA E JAILTON BARBOSA DA SILVA.

JUSTIFICATIVA:

Apesar dos dirigentes acima citados terem tido, por parte da Entidade, todas as condições necessárias para o pleno exercício da sua atividade sindical, sendo contemplados com liberação, cargos relevantes na Direção, representação em Conselhos, participação em Congressos, Seminários, Fóruns, Capacitação e Formação e remuneração paga pelo Sindicato com base no Estatuto do Sinsenat, em sua maioria, têm atuado de forma intimidadora e destrutiva na qual promovem no cotidiano do SINSENAT e no seio da categoria a DISCÓRDIA; a SEGREGAÇÃO; o ASSÉDIO; o CONSTRANGIMENTO, a CALÚNIA; a DIFAMAÇÃO; AMEAÇAS; e, a INJÚRIA em relação aos seus pares, que foram objetos de BOLETINS DE OCORRÊNCIA e expostos na CARTA DE REPÚDIO ratificada na reunião.

Atitudes extremas e imaturas apostando na dissolvição da memória histórica não devem prevalecer. Se tal conduta não for combatida de forma enérgica, estaremos alimentando o presente contínuo.

A construção das liberdades políticas custou alto preço. A luta social e política de resistência à truculência militar nos libertaram do estertor da “Nova República” e da nova prepotência liberal.

Neste diapasão, o CONSELHO DE GESTÃO, no intuito de evitar o retrocesso democrático, bem como, evitar a distorção dos objetivos maiores do SINSENAT, ou seja, a defesa dos interesses dos servidores, conforme relatado inicialmente, RESOLVEU devolver às suas Secretarias os dirigentes já mencionados, pois, não se trata de um simples conflito de minoria insatisfeita, mas, de constante desconstrução por parte destes diretores que, se não for tomada providências enérgicas, poderão trazer prejuízos irreversíveis a Entidade. Não podemos permitir e/ou aceitar retrocesso!

Mais informações na Nota de Repúdio.

 

 

NOTA DE REPÚDIO

 

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Natal – SINSENAT, neste ato representado pela maioria absoluta de seus diretores, vem a público formalizar veemente repúdio à ação nefasta de um pequeno grupo de dirigentes, os quais tentam, por todos os meios, dividir a estrutura sindical no âmbito interno. Tal postura favorece tão somente ao governo e atende as vaidades pessoais e interesses da oposição, que historicamente tenta desconstruir a luta dos servidores.

Infelizmente, quando se tem zelo pelo patrimônio sindical, surgem interesses contrários. Tais questões, até então, estavam mantidas exclusivamente entre a Direção do SINSENAT. Mas, lamentavelmente, estão sendo expostas de maneira deturpada, com clara intenção de denegrir a imagem de uma das suas principais lideranças e assim fragilizar a luta dos servidores municipais no momento em que uma Greve é decretada de forma unificada, com a participação de vários sindicatos.

A partir de 2014, a gestão do SINSENAT passou a ser feita por uma Coordenação de três membros: Soraya Godeiro Massud, José Roberto Linhares e Ivan da Silva. Soraya ficou com a tarefa de dar encaminhamentos às lutas gerais, José às lutas específicas e Ivan às administrativas e financeiras.

No mesmo período, todos que compõem o grupo referido anteriormente foram contemplados com liberação para Entidade Sindical, possibilitando assim que se dedicassem a construção e o fortalecimento da organização da categoria.

No primeiro semestre de 2015 foram detectados, por vários Diretores, indícios de irregularidades nos processos de contratações de serviços feitos pelo Coordenador Ivan da Silva. No mês de maio, o mesmo entrou na sala da Coordenação, acompanhado por um prestador de serviço, para pressionar Soraya Godeiro a assinar um cheque de pagamento para um serviço mal executado, ao que esta se negou. Ivan, então, saiu aos gritos, em direção à Tesouraria, ameaçando-a e dizendo: “ela olha tudo, assim não dá”.

Momentos após, no carro da Entidade, Ivan da Silva ainda disse: “a minha vontade era de dar um bofete em Soraya”, configurando-se aí intenção da agressão à mulher, tipificada no Código Penal. A partir de então, por proteção à sua integridade física e emocional, a Coordenadora evita estar próximo ao agressor.

Outros problemas foram evidenciados na tesouraria, onde Janeide Bezerra e Elbena Nóbrega constituem a Diretoria de Finanças, inviabilizando seu funcionamento, tornando o ambiente inviável para proteção e guarda de documentos, culminando, inclusive, com o desaparecimento de um cheque em branco – foi registrado Boletim de Ocorrência. A sala da tesouraria foi utilizada até para comemoração de aniversários seletivos, causando constrangimento aos demais dirigentes não convidados.

Todos esses fatos foram apresentados em reunião de Direção e estão devidamente comprovados através de documentos juntados em processo judicial que tramita no 8º JUIZADO ESPECIAL CÍVEL CENTRAL DE NATAL/RN.

Possivelmente, com receio do resultado desfavorável no processo, foi desencadeada uma campanha brutal de prática de tortura emocional, assédio moral, calúnia e difamação pelo Coordenador Ivan da Silva, juntamente com aqueles que, infelizmente, se tornaram seus aliados na DESCONSTRUÇÃO da essência sindical, em especial da LUTA iniciada desde o início do ano pelo CUMPRIMENTO DA DATABASE, IMPLANTAÇÃO DAS CARREIRAS, NENHUM DIREITO A MENOS E CONCURSO PÚBLICO.

 

Recentemente, no 19/11, em uma atividade da Escola de Formação alusiva ao Dia da Consciência Negra, com o auditório lotado e a presença dos movimentos sociais que atuam em defesa da Igualdade Racial, a Coordenadora Soraya Godeiro foi acusada de RACISMO e proibição da assessoria de comunicação para fazer postagens com a presença deles. Na verdade, basta observar as imagens publicadas nas redes sociais, no blog do SINSENAT e no material impresso da Entidade para comprovar o quanto é falsa a afirmação. São apenas factoides produzidos e premeditados para desviar o foco do que está sendo apurado nas suas condutas.

Quem conhece a dirigente sindical Soraya Godeiro, parceira e apoiadora, há décadas, do movimento pela IGUALDADE RACIAL, que tem sua única filha com um NEGRO, pode sentir o quanto pretendem criminalizar sua postura firme de gestora na preservação do patrimônio dos servidores. Patrimônio este que custou mais de dez anos de muito trabalho e dedicação.

No dia anterior, 18/11, mesmo sabendo da posição de não ter sua imagem ao lado do AGRESSOR Ivan da Silva, a Diretora Janeide Bezerra tirou uma foto de Soraya Godeiro com o seu algoz, em reunião sobre a Carreira dos servidores da SEMUT. Foi quando Soraya Godeiro solicitou RESPEITO e pediu para que a foto fosse deletada da máquina do Diretor Ronaldo Dantas. Não é questão de COR. Nesse caso o agressor é um negro, mas poderia não ser e seria tratado da mesma forma.

 

Assim, o que ocorreu no dia 19/11 indica PREMEDITAÇÃO de um ATO CRIMINOSO, quando o Diretor Ronaldo Dantas solicitou a palavra sem a conclusão das falas da mesa, sob o argumento de que precisava sair para uma reunião na SEMUT. A palavra lhe foi concedida e o que aconteceu em seguida foi o início de uma execração pública, fascista, machista em relação à Coordenadora Soraya Godeiro.

Em respeito aos servidores presentes, representados pelo SINSENAT e SINDAS, bem como aos convidados que até então não tinham o conhecimento dos fatos, não restou outra alternativa a não ser o encerramento e suspensão da atividade.

Em decorrência desse fato, na tarde do dia 19/11, a Coordenadora Soraya Godeiro, juntamente com outros diretores, registrou Boletim de Ocorrência contra o Coordenador Ivan da Silva e os seguintes diretores: Ronaldo Dantas, Janeide Bezerra, Jota Neto e Elbena Nóbrega. Outras providências serão tomadas.

Se não bastasse toda afronta e constrangimentos já causados pelas pessoas apontadas, as Diretoras Janeide Bezerra e Elbena Nóbrega, ambas liberadas para a construção da luta sindical, estão disseminando cotidianamente inverdades nas redes sociais. A última delas foi abordar servidores na sala da Direção do SINSENAT informando que: “Soraya Godeiro colheu assinaturas de servidores numa folha em branco para levar a Delegacia”. Na verdade, Soraya Godeiro atendendo aos servidores na audiência da Câmara Municipal, lhes entregou folha no intuito de que estes registrassem presença para o abono das faltas.

A atitude antissindical e irresponsável de uma minoria merece resposta enérgica. A democracia é a defesa incondicional do exercício da liberdade sindical, especialmente neste momento histórico em que os sindicatos atuam de forma unificada.

Os lamentáveis atos praticados configuram-se em atos de discriminação à líder sindical e atos de Ingerência, expressões utilizadas pela Convenção Internacional 98 da OIT, ratificada pelo Brasil, os quais podem ser objeto de representação ao Ministério Público do Trabalho.

Sabe-se que não será a primeira, tampouco a última vez que um sindicato sério irá passar por crises semelhantes. Por estas e outras razões, o SINSENAT reafirma a sua posição contrária a qualquer movimento e/ou ação que venha a desconstruir a luta pela DATABASE, ao mesmo tempo em que conclama a categoria a se somar conosco em defesa do SINSENAT, do fortalecimento das LUTAS e da GREVE.

Categorias: Notícias do Sinsenat

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